De acordo com o Ponto Final, as instalações da Livraria Portuguesa já não vão ser vendidas, fruto da famigerada crise.

Eapero que agora se preocupem em prestar um serviço bem melhor e já agora baixem um pouco os preços obscenos dos livros.

Por exemplo, seria bom que não vendessem  edições do Expresso a 90 patacas sem o caderno principal.


Nesta história em redor da venda das actuais instalações da Livraria Portuguesa, impressiona o desprezo com que o Governo Português trata do assunto.

Ao invés de procurarem estimular o sentimento lusófono por estas bandas, adoptam uma postura de “aqueles gajos que estão para lá que se entendam”. A prioridade parece ser impingir os Magalhães aos compinchas Chavez e Kadaffi.

Nunca a Cultura e a Língua deveriam estar sujeitos aos meros interesses de mercado.

Passe o exagero, qualquer dia o que restará da presença portuguesa em Macau serão os pseudo-pastéis de nata que aqui são vendidos


Ontem, quando fui comprar um série de livros para futuras leituras, deu para ver bem a verdadeira roubalheira que são os preços praticados na Livraria Portuguesa. Por exemplo, um livro que em Macau custava 370 patacas, custou-me  23 euros!

Deu inclusive para ouvir uma senhora requisitar o “Cem anos de Solidão” do José Garcia Marquez 🙂