“A American Express está a oferecer 300 dólares a alguns dos seus clientes. Em troca estes só precisam de deixar de usar o cartão de crédito e saldar as suas dívidas até dia 30 de Abril. ”

In Jornal de Negócios

Esta notícia espelha bem o  nível de irresponsabilidade que se atingiu no uso do cartao de crédito. Exceptuando o caso da habitação,  parece-me absurdo que as pessoas recorram ao crédito para comprar bens de consumo ou para ir de férias.


“Os bancos aumentaram de forma “considerável” os critérios de acesso ao crédito no último semestre de 2008 e vão ser ainda mais exigentes em 2009. A aplicação de “spreads” mais elevados é a consequência mais imediata” In JN

Estes senhores recebem ajudas do Estado para supostamente facilitarem o crédito às famílias e empresas mas fazem exactamente o contrário. Era pegar numa bigorna e correr com eles todos à cacetada. Que grande lata!


Estima-se que cerca de 20 milhões de trabalhadores migrantes chineses tenham perdido o seu emprego devido à crise financeira global. Recorde-se que a economia chinesa é tremendamente dependente das exportações, pois o seu mercado interno não consegue absorver tanta produção.


“As bolsas asiáticas afundaram-se hoje, por entre receios dos investidores sobre a saúde do sistema financeiro mundial, com Jacarta a suspender as negociações após uma queda de 10 por cento.

As autoridades da bolsa indonésia referiram que a suspensão será por tempo indeterminado, após o índice se ter afundado, perdendo quase 10 por cento.

Na abertura, a queda tinha sido de 4,5 por cento.

Em Tóquio, a meio da sessão o índice Nikkei caiu 7,32 por cento, no que é considerada numa das maiores quedas de sempre.

O recuo foi inclusivamente superior, em percentagem e em pontos, à queda sofrida logo a seguir ao 11 de Setembro de 2001.

Em Hong Kong o principal índice está a cair 5,6 por cento a meio da sessão de hoje, tendo aberto a perder 5,1 por cento.

Em Xangai a queda é mais reduzida, de 3,08 por cento, com os investidores chineses a aguardar uma decisão de corte nas taxas de juro para reanimar o mercado.

Na abertura, a bolsa de Bombaim caiu 3,98 por cento, reflectindo o pânico dos investidores face ao panorama financeiro mundial de reagindo ao fecho em baixo de Wall Street.

Na Austrália o índex da bolsa de Sydney caiu 3,4 por por cento, apagando literalmente o ganho de 1,7 conseguido na sessão de terça-feira, após o anúncio da redução das taxas de juro.”

Fonte: Lusa