Não pensem que sou a Edite Estrela, mas abomino quando usam a pseudo-palavra “prontos”‘.  Quando se assassina a própria língua, pouco há a fazer…


O comportamento dos vulgarmente designados “bifes”. Seja no Algarve ou no Laos, na generalidade o seu comportamento não varia muito.

Primam por falar alto, desprezarem os costumes e tradições locais, beberem que nem uns cavalos e tratarem as populações locais como meros lacaios.

Não há mesmo pachorra para esta gente  que pensa que o resto do mundo gira à sua volta


O uso e abuso da expressão” Doutor X” quando se pretende designar alguém licenciado. Como já aqui escrevi anteriormente, em Macau chega a ser ridículo o  uso desse título, a fazer lembrar a excelente série “Conta-me como Foi” , que retrata os tempos em que os estudantes iam para a Universidade para se tornarem doutores.


O hábito bem português de dizer mal de tudo e todos, passando a vida a lamentar-se. Perdoem-me a franqueza mas por vezes, parece-me que o maior problema de Portugal são os Portugueses.


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Nem sei muito bem como descrever este senhor, que representa o pior que a música pimba tem para oferecer.  Meio tuga meio brasileiro, colou-se de forma descarada à imagem da selecção nacional com a total cumplicidade do seu amigo Socolari.


Pessoal que corta as unhas em público.

Certo dia aqui em Macau, enquanto almoçava num local supostamente fino, uma senhora chinesa cortava as suas unhacas tranquilamente, indiferente  a outras pessoas estarem a disfrutar da sua refeição.


Cuspir para o chão. Especialmente aqueles que o fazem a alto e bom som, não se coibindo de mostrar em público a irritação sentida na sua garganta.

Por estas bandas, este tipo de comportamento ainda é muito vulgar. Aliás, por alguma razão nos autocarros se vêm placas com a inscrição “Favor não cuspir para o chão”.

Contudo, estou certo que estes comportamentos tenderão a diminuir no futuro.