Junho 2010



Cada vez que vejo jogos do Mundial em espaços públicos, fico com a sensação que os chineses apenas assistem aos jogos, devido às apostas que fizeram, pouco lhes interessando o jogo em si.

Mais uma faceta do espírito materialista que se vive nesta cidade.


Acabámos por perder bem, mas não deixámos de ficar criar sérias dificuldades aos actuais campeões da europa, que após uns 10 minutos iniciais avassaladores, viram a nossa equipa criar as melhores ocasiões até à entrada de Llorente que rendeu um inexistente Torres.

Após o golo de Villa, tudo se tornou mais difícil, pois eles são mestres na arte da circulação de bola, e não houve reacção portuguesa.

Não posso deixar de falar na arbitragem, que cumpriu bem a sua missão, com uma notória dualidade de critérios na marcação de faltas, bem como na ridícula expulsão de R.Costa e no fora de jogo do golo espanhol.


Por vezes leio mensagens na blogosfera desejando a derrota da selecção portuguesa, por não gostarem do treinador. Sinceramente, pessoas que pensam desta forma só podem ser desequilibrados mentais, que não se conseguem libertar da clubite de merda.


Uruguai-Coreia

Gana-Estados Unidos

Alemanha-Inglaterra

Argentina-México

Holanda-Eslováquia

Brasil-Chile

Paraguai-Japão

Espanha-Portugal

A negro as equipas em que aposto para passarem aos quartos.


Estranhamente poucos falam da vergonhosa dualidade de critérios, especialmente a nível disciplinar, do árbitro mexicano, que condicionou claramente o jogo.

Um bom exemplo disto foi o vergonhoso amarelo mostrado a Coentrão, enquanto jogadores como Lúcio ou Filipe Melo viram ser-lhes poupada a expulsão.


O entusiasmante Espanha-Chile de hoje. Gostaria que passassem as duas equipas, deixando a ultra-defensiva Suiça de fora.


Naquele que para mim foi o melhor jogo do Mundial até agora, os EUA arrancaram uma vitória justíssima a ferros, num jogo que teve de tudo. Arbitragem polémica, falhanços inacreditáveis, grandes defesas etc.

Donovan aos 92 marcou o golo que possibilitou a passagem dos americanos como primeiros dos seu grupo, quando parecia quem iam ficar pelo caminho, após tanto falhanço.

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