Umas das coisas com que acabei por me resignar ao viver em Macau, foi a escassa e monótona vida nocturna.

Rareiam os espaços ao ar livre exceptuando a zona das “Docas” e predominam os sinistros karaokes onde jovens chineses se embebedam e exercitam os seus dotes vocais ou os bares dos casinos, caros e artificiais.

Quando esporadicamente se realizam festas, a generalidade das pessoas sai não para se divertir mas sim para ser vista, o que resulta numa marcação cerrada.

Por último temos as discotecas, que  não passam de verdadeiros antros fechados a que não penso voltar.

É uma pena ver uma zona como a Doca dos Pescadores, totalmente desaproveitada.

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