Nesta história em redor da venda das actuais instalações da Livraria Portuguesa, impressiona o desprezo com que o Governo Português trata do assunto.

Ao invés de procurarem estimular o sentimento lusófono por estas bandas, adoptam uma postura de “aqueles gajos que estão para lá que se entendam”. A prioridade parece ser impingir os Magalhães aos compinchas Chavez e Kadaffi.

Nunca a Cultura e a Língua deveriam estar sujeitos aos meros interesses de mercado.

Passe o exagero, qualquer dia o que restará da presença portuguesa em Macau serão os pseudo-pastéis de nata que aqui são vendidos

Anúncios