Li ontem uma entrevista do jornalista, que escreve livros como quem come iogurtes, na revista Sábado. Sim  estou a falar do José Rodrigues dos Santos.

Com o sugestivo título “A Extraordinária História da Minha vida”, é uma descarada forma de propaganda e de auto-elogio, que chega a meter impressão.

Ficam aqui alguns excertos

“Fui para Macau com 15 anos,no tempo em que o Deng Xiaoping estava a abrir a China ao mundo. Ainda havia cápsulas de balas no chão

“Já dispararam contra mim. Foi em Timor.Eu era o rosto da RTP. Os pró-indónésios conheciam-me,viam a RTP.Portanto,eu era o rosto do inimigo.No ataque ao Hotel Makota,um dos tiros era para mim. Tenho a noção de que eu era o alvo.

“Não percebo os escritores que dizem que sofrem a escrever.Isso é masoquismo”

“Tenho mais dois romances pensados. Escrever não é um sacrifício, é um acto de prazer”

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