Umas das coisas com que acabei por me resignar ao viver em Macau, foi a escassa e monótona vida nocturna.
Rareiam os espaços ao ar livre exceptuando a zona das “Docas” e predominam os sinistros karaokes onde jovens chineses se embebedam e exercitam os seus dotes vocais ou os bares dos casinos, caros e artificiais.
Quando esporadicamente se realizam festas, a generalidade das pessoas sai não para se divertir mas sim para ser vista, o que resulta numa marcação cerrada.
Por último temos as discotecas, que não passam de verdadeiros antros fechados a que não penso voltar.
É uma pena ver uma zona como a Doca dos Pescadores, totalmente desaproveitada.
Novembro 6, 2009 at 10:21 am
e vai tudo pro casablanca…ouvir os bares ao lado aos berros…
as discotecas são inenarráveis.
Novembro 9, 2009 at 5:05 am
1. Não conheço outro sítio com pouco mais de 20 km2 que tenha tantos locais de animação nocturna como Macau.
2. “a generalidade das pessoas sai não para se divertir mas sim para ser vista”. Esta frase aplicar-se-ia ainda com muito mais propriedade em Portugal.
Novembro 9, 2009 at 12:40 pm
Locais de animação nocturna? Bolas devemos estar a falar de outro Macau…
Novembro 9, 2009 at 3:46 pm
Com certeza que estamos a falar de sítios diferentes, porque eu consigo encontrar muito mais disso aqui nos 28 km2 de Macau do que nos mais de 2500 km2 da área metropolitana de Lisboa. Se calhar temos é opiniões diferentes sobre o que é “animação nocturna”. Eu prefiro os bêbados daqui aos bêbados e drogados do Bairro Alto. Pelo menos aqui, tenho conseguido sempre chegar a casa sem problemas de maior e com a carteira intacta (intacta não, mas pelo menos tudo o que lá falta, fui eu que gastei).